quarta-feira, 1 de maio de 2013

"Letta confirma novo governo da Itália e anuncia ministra negra"

A ministra da Integração, Cecile Kyenge, é a primeira negra a fazer parte do governo da Itália
Foto: "Letta confirma novo governo da Itália e anuncia ministra negra"

 A ministra da Integração, Cecile Kyenge, é a primeira negra a fazer parte do governo da Itália


ROMA - Após reunião com o presidente da Itália, Giorgio Napolitano, o primeiro-ministro encarregado, Enrico Letta, aceitou o cargo como primeiro-ministro do país. Letta conseguiu a aprovação da lista com 17 nomes para os ministérios. O juramento deverá acontecer neste domingo no Quirinale, sede do governo italiano.

A ministra da Integração, Cecile Kyenge, é a primeira negra a fazer parte do governo da Itália. Nascida no Congo, foi eleita deputada nas eleições de fevereiro.

- É uma decisão que mostra um passo decisivo para mudar a Itália e o modo de ver a integração que já é presente no país. Para mim, é uma grande satisfação - declarou Kyenge, de 49 anos.

A nova ministra é formada em oftalmologia e faz parte do Partido Democrata. Ela foi eleita deputada nas últimas eleições de fevereiro. Casada, mãe de duas filhas, Kyenge é a primeira mulher de origem africana a sentar no Parlamento italiano, na história.

Angelino Alfano, secretário do partido de centro-direita Povo da Liberdade (PDL), de Silvio Berlusconi, será vice-primeiro-ministro e ministro do Interior. Letta tinha afirmado neste sábado que obteve o apoio de outros partidos para formar uma coalização que incluiria um dos aliados mais próximos do ex-ministro Berlusconi. Essa escolha dá à centro-direita uma voz poderosa.

O diretor do Banco da Itália, Fabrizio Saccomanni, vai assumir a pasta econômica. A ex-comissária europeia Emma Bonino vai para o Ministério do Exterior.

Depois de dois meses das eleições gerais de fevereiro, que mergulharam a Itália em um impasse político, Enrico Letta estava sob pressão para agir rapidamente e formar um governo capaz de levar o país para fora da recessão.

"Espero que esse governo possa trabalhar rapidamente no espírito de cooperação fervorosa e sem qualquer preconceito ou conflito", declarou o presidente Giorgio Napolitano a jornalistas.

Letta, de 46 anos, passou mais de duas horas conversando com Berlusconi - que não fará parte do governo, mas que deve ter um papel fundamental nos bastidores.

 COM AGÊNCIAS INTERNACIONAIS

Após reunião com o presidente da Itália, Giorgio Napolitano, o primeiro-ministro encarregado, Enrico Letta, aceitou o cargo como primeiro-ministro do país. Letta conseguiu a aprovação da lista com 17 nomes para os ministérios. O juramento deverá acontecer neste domingo no Quirinale, sede do governo italiano.

A ministra da Integração, Cecile Kyenge, é a primeira negra a fazer parte do governo da Itália. Nascida no Congo, foi eleita deputada nas eleições de fevereiro.

- É uma decisão que mostra um passo decisivo para mudar a Itália e o modo de ver a integração que já é presente no país. Para mim, é uma grande satisfação - declarou Kyenge, de 49 anos.

A nova ministra é formada em oftalmologia e faz parte do Partido Democrata. Ela foi eleita deputada nas últimas eleições de fevereiro. Casada, mãe de duas filhas, Kyenge é a primeira mulher de origem africana a sentar no Parlamento italiano, na história.

Angelino Alfano, secretário do partido de centro-direita Povo da Liberdade (PDL), de Silvio Berlusconi, será vice-primeiro-ministro e ministro do Interior. Letta tinha afirmado neste sábado que obteve o apoio de outros partidos para formar uma coalização que incluiria um dos aliados mais próximos do ex-ministro Berlusconi. Essa escolha dá à centro-direita uma voz poderosa.

O diretor do Banco da Itália, Fabrizio Saccomanni, vai assumir a pasta econômica. A ex-comissária europeia Emma Bonino vai para o Ministério do Exterior.

Depois de dois meses das eleições gerais de fevereiro, que mergulharam a Itália em um impasse político, Enrico Letta estava sob pressão para agir rapidamente e formar um governo capaz de levar o país para fora da recessão.

"Espero que esse governo possa trabalhar rapidamente no espírito de cooperação fervorosa e sem qualquer preconceito ou conflito", declarou o presidente Giorgio Napolitano a jornalistas.

Letta, de 46 anos, passou mais de duas horas conversando com Berlusconi - que não fará parte do governo, mas que deve ter um papel fundamental nos bastidores.

FONTE: NEAB UFPE

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